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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Costume e doutrina

Os bons costumes são regras que conhecemos e, ao praticar - las, podemos viver melhor como cristãos.

Paulo observou que "as más conversações corrompem os bons costumes"(1Co 15:33). Porém, todo costume, mesmo sendo muito bom, não tem a relevância e a aplicação de uma doutrina. As doutrinas são baseadas num conjunto de princípios bíblicos, estabelecidos por Deus exclusivamente em sua palavra. São regras imutáveis da nossa fé e de nosso comportamento para com Deus e para com os homens.

Qual é a diferença entre doutrina e costume?

1- O costume pode ser passageiro, a doutrina permanece firme,

Paulo defendeu o "costume" do uso de véu para cobrir a cabeça das mulheres (1Co 11:4), mas ele mesmo teve a coragem de afirmar que isso era um costume, e não uma doutrina [1Co 11:16] Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus. As mulheres de milhares de igrejas oram sem véu na cabeça hoje em dia, e isso não é pecado, porque foi um costume antigo abolido. Entretanto, as doutrinas ensinadas por Paulo não foram anuladas [Is 40:8] Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.

2- O costume muda, a doutrina permanece inalterável,

O costume muda de igreja para igreja, e até na mesma denominação, e, mais ainda, se compararmos cidades, estados e países diferentes. Os costumes estão geralmente arraigados à cultura de um povo. Uma doutrina não pode ser diferenciada para diferentes culturas. Ela tem o mesmo peso para todos os crentes em todos os lugares.

3- O costume é estabelecido por homens, a doutrina, por Deus,

A serem idealizados por homens, os costumes podem funcionar no sentido de perpetuar a vontade humana e sujeitar os demais a um domínio, o qual, sabemos, é passageiro. Leia o que Paulo fala em colosenses 2:8, 23.

No entanto, é próprio ressaltar aqui que os costumem não os exageros, devem ou podem ser aceitos, porquanto fazem parte da cultura do povo. Mas, não devem ser contados como elementos que garantem ou deixam de garantir a salvação.

Costumes só é bom quando está baseado nos parâmetros da palavra de Deus segundo o novo testamento. No meio evangélico é vasto os costumes, uns são fardos e outros aliviam a igreja do senhor. Não é bom deixarmos de lado os costumes que a palavra de Deus nos manda praticá-los, os quais são:

Apratica da oração [Dn 6:10] Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. [Dn 6:11] Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.

A pratica do jejum [At 13:2] E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

A pratica da hospitalidade [Rm 12:13] Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; [1Tm 5:10] Tendo testemunho de boas obras: Se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda a boa obra.

A pratica da leitura da palavra de Deus [1Tm 4:13] Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá.
A pratica da meditação na palavra de Deus [Js 1:8] Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.

A pratica da piedade [2Pe 3:11] Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,

A pratica da pregação da palavra de Deus [2Tm 4:2] Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.

A pratica do amor [2Tm 3:10] Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência,

A pratica da hora aos ungidos do senhor [1Pe 2:17] Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei.

A pratica de congregar [At 3:1-3]"1 E PEDRO e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. 2 E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. 3 O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola. " [Hb 10:25] Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Devemos agradar ao senhor deixando os costumes ruins...

• O costume de Chegar atrasado à casa do senhor

• O Costume de não orar quando chegamos à congregação

• O costume de conversar na hora do culto

• O costume de mascar chiclete na igreja durante o culto

• O costume de beber água varias vezes no culto

• O costume de visitar o banheiro varias vezes sem necessidade

• O costume de falar mal do pregador depois do culto

• O costume de andar fuxicando de casa em casa

• O costume de não beber coca- cola por achar que é uma bebida que contem álcool

São inumeráveis os ruins costumes

Autor: Conferencista Carlos Ribeiro da MPN- Ministério pregai às Nações.

A Excelência do chamado


1. Assunto principal do texto bíblico
2. Tema especifico do Sermão
3. Propósito geral do sermão
4. Quebra gelo
5. O gancho
6. Idéia Central
7. Frases de efeito
9. Conclusão 
10. Apelo final 


A Excelência do chamado
Textos Bíblicos: (Dt 1:15; Ex 18:21)

1. Assunto principal do texto bíblico

1.1. Não podemos liderar sozinho o povo de Deus, temos que escolher homens que tenha as qualidades que Deus requer daqueles que são chamados para governar o seu inumerável povo.

2. Tema especifico do Sermão

2.1. Deus ainda chama e capacita homens para o ministério com o seu Espírito santo. Sem o Espírito santo não há ministério e nem igreja verdadeira e honesta.

3. Propósito geral do sermão

3.1. O senhor usa o ministério para auxiliar e ajudar, e julgar o seu povo com justiça e sem parcialidade, com objetivo de consolar e edificar o seu povo na bendita graça através de homens que estão cheios da graça.

4. Quebra gelo

4.1. Você foi chamado por Deus... Hoje Deus vai renovar o seu chamado, e como Isaias você vai atender o chamado com prontidão sem se opor ao chamado. Vamos desenterrar hoje os nossos talentos em nome de Jesus. A nossa vitoria estar no nosso chamado e no Deus que nos chamou para reinar com ele sobre o seu povo.

5. O gancho

5.1. Creio que você pode dizer comigo Deus eu te louvo por ser chamado ministro de uma nova era e como prova de minha gratidão, vivo cheio do teu Espírito santo pra liderar o teu povo

6. Idéia Central

6.1. Ministério não e chamada de homens para homens e coisa de Deus para Deus, e Deus quem chama e capacita com seu espírito santo para servir a igreja.

7. Frases de efeito

7.1. Deus chama e capacita quem se esforça.

7.2. Deus chama homens capais para capacitá-los.

7.3. Deus chama homens ocupados para ocupá-los, com a ocupação das ocupações, a obra de Deus.

1. As sete exigências de Deus para os chamados pra o ministério

1.1. A capacidade

1.1.1.

1.2. O temor a Deus

1.2.1.

1.3. A verdade

1.3.1.

1.4. O aborrecer a avareza

1.4.1.

1.5. A sabedoria

1.5.1.

1.6. O entendimento

1.6.1.

1.7. O respeito

1.7.1.

Conclusão

Apelo final
Conferencista Carlos Ribeiro Da “MPN”- mistério pregai às nações

E mail: C.MPN@hotmail.com

Odres

Odres
[Mt 9:16] Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a rotura. [Mt 9:17] Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás, rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.

Os odres na época de Jesus eram usados para depositar azeite e leite, e água. Para se obiter um odre não era muito fácil, pois o material que ara feito um odre era muito caro, tinha que ser sacrificado um camelo ou uma cabra para fazer um odre. Um Odre passa por vários processos para ser usado: primeiro era necessário retira as impurezas do odre colocando o mesmo no sol por vários Dias, e depois passava uma escova grosa para tirar as aderências internas e externas. O odre depois de passar pelo sol e lixa, tinha que passar pela água e azeite e só, depois podia ser usado Como recipiente para a água e azeite. Nos como servos de Deus temos que passar por vários processos como um odre para sermos usados por Deus em sua ceara: primeiro é necessário trilharmos o caminho do sacrifício, depois que trilharmos este caminho outro caminho nos espera o caminho da secagem Que e o caminho do sol da justiça, depois do caminho da secagem temos que trilhar o caminho da escova grosa para estarmos limpos para recebermos a água que representa a palavra de Deus, e a ir estaremos pronto para receber o azeite de Deus que é o espírito santo e podemos receber uma experiência de maior comunhão com Deus, o vinho novo de uma nova vida totalmente liberta para uso exclusivo do senhor da seara

Comentário Bíblico do Conferencista Carlos Ribeiro

Ministério e idade...

O mistério é dom de cristo para sua igreja (Ef 4:11-) Quando cristo nos constituiu ministro do seu evangelho ele tinha em mente a sua igreja como uma noiva que precisava de ser adornada e preparada para o casamento, sendo a sim somos os vasos que Cristo usa mediante a sua graça para adornar a igreja que é a menina de seus olhos. Numa igreja existem dois tipos de ministérios; O novo e o velho ministério – O velho ministério tem a suas experiências e qualidades as quais foram adquiridas a o longo dos anos de trabalho prestados ao reino de Deus. Mais infelizmente a pesar do velho ministério ter as suas experiências e qualidades não é poucas as vezes que se dão a rebelião, por se acharem amadurecidos querem fazer discípulos para si. A maioria deles promove reuniões secretas para traçarem estratégia para descaracterizar o pastor da igreja. Não pagam os seus dízimos para ver o pastor em situação catastrófica, vivem fiscalizando a vida do pastor em nome de seu serviço prestado a igreja.

Ao analisar o velho ministério encontramos vários distúrbios espirituais alem dos que já foram mencionados – Os quais são:

Não gostam de orar;

Esta é uma triste realidade que encontramos em nosso meio, o desprezo que muitos que estão no ministério dão a oração – por se acharem alto suficientes, se estão bem materialmente não importa se espiritualmente estão vazios; muitos dizem: O que importa e a palavra que tem que ser pregada. Na realidade eles pregam muito bem! E sabem usar a retórica e a oratória com equilíbrio, e conhecem a homilética e a hermenêutica e as usam para se promoverem sobre os demais e não para a glória de Deus. Não é errado estudar a hermenêutica e outras disciplinas as quais nos ajudam a ministrar a palavra de Deus com mais perfeição, o errado e deixarmos de orar. Já ouvir pessoas expressarem que não precisam orar, por que orar três horas por dia se Deus é soberano não precisamos orar pra Deus nos livrar ele nos livra sem orarmos – expressões como estas estão fora do contesto geral das escrituras sagradas as quais devem ser desprezadas por todos que querem ser usados pelo senhor em sua seara.

Se quisermos poder precisamos orar. Falar aos ouvidos dos ouvintes é muito fácil, mais falar a o coração dos ouvintes só é possível se estivermos em oração constante diante de Deus. Não adianta falar sobre a oração e ler livros sobre a oração se não orarmos. O segredo da oração é ação na oração, não importa se você tem 50 anos de ministério ou 10, o que importa é se você está orando, pois quem faz mais pra Deus é quem está orando. Nos só seremos alguma coisa para Deus se estivermos orando não espere ser e ter alguma coisa no reino de Deus sem oração.

Substitui a palavra por suas experiências;

As experiências não é superior a palavra de Deus. Muitos obreiros por ter muito tempo de ministério acham que podem agirem a o contrario a palavra de Deus, Os tais usam expressões tais como:

Eu posso! Em vez de dizerem cristo pode

Eu não preciso de ninguém, pois nada mi falta, tenho tudo – em vez de dizerem eu preciso de vos outros, pois não sei o que me acontecera no dia de amanhã

Eu não aceito ser questionado, tal expressão revela soberba e ignorância. Se formos questionados devemos manter um espírito de aprendizagem

Eu fiz; em vez de dizerem nos fizemos por que Deus nos ajudou a realizar grandes coisas no seu reino.

O que eu faço de errado não interessa a ninguém vou prestar contas a Deus, no tribunal de cristo. No tribunal de cristo não haverá condenação mais perda de elevados galardões. O julgamento do senhor começa pela sua casa que e sua igreja e não pelo mundo como muitos pensam. Deus cobrara tudo que fizermos aqui na terra. “Se plantarmos ventos vamos colher tempestades” (Os 8:9). Os que usam tais expressões as quais já foram mencionadas no contexto a cima precisam estudar e viver as expressões que os grandes homens de Deus viveram em suas jornadas ministeriais; As quais são:

“Tudo posso naquele que mi fortalece”

“Não vivo eu mais cristo vive em mim”

“Para mim o viver é cristo e o morrer é lucro”

“E necessário que ele cresça e que eu diminua”

“Senhor meu, e Deus meu”

“Santificai a cristo em vossos corações como senhor”

“Eu sei que o meu redentor vive”

“O senhor deu e o senhor tomou bendito seja o nome do senhor”

“Nele esperarei”

“Eu sei em quem tenho crido”

“Senhor o que devo fazer?”

“Tu é o cristo filho do Deus vivo” (Mt 18:16)

Acham que é dono da verdade e da igreja;

São amantes do sistema em lugar das almas perdidas;

Dá mais lugar a formalidade do que a graça de Deus em suas vidas;

Não aceitam novos obreiros que se destacam na palavra e na oração, alegando a suas idades;

Não se dão a o perdão;

A eis mulher encurvada

A eis mulher encurvada
Introdução:

Dentro deste texto Sagrado podemos encontrar cinco Auto biografias que nos faz conpriender melhor a biografia da eis mulher encurvada; a primeira é a biografia da mulher, a segunda é a de cristo, e a 3° do príncipe da sinagoga, e a quarta a de Abraão, e a ultima do espírito de enfermidade.

1. A eis mulher encurvada tinha vários obstáculos...

1.1. O primeiro obstáculo - vivia encurvada;

1.1.1. Tema do meio:

1.1.2. Explicação:

1.1.3. Fundamentação:

1.1.4. Ilustração

1.1.5. Opinião contraria

1.1.6. Ponto-cruz

1.1.7. Glorificação

1.1.8. Aplicação

1.1.9. Apelo do meio

1.2. O segundo obstáculo - A falta de visão vertical e horizontal;

1.2.1. Tema do meio:

1.2.2. Explicação:

1.2.3. Fundamentação:

1.2.4. Ilustração

1.2.5. Opinião contraria

1.2.6. Ponto-cruz

1.2.7. Glorificação

1.2.8. Aplicação

1.2.9. Apelo do meio

1.3. O terceiro obstáculo - o desprezo das pessoas;

1.3.1. Tema do meio:

1.3.2. Explicação:

1.3.3. Fundamentação:

1.3.4. Ilustração

1.3.5. Opinião contraria

1.3.6. Ponto-cruz

1.3.7. Glorificação

1.3.8. Aplicação

1.3.9. Apelo do meio

1.4. O quarto obstáculo - o espírito de enfermidade;

1.4.1. Tema do meio:

1.4.2. Explicação:

1.4.3. Fundamentação:

1.4.4. Ilustração

1.4.5. Opinião contraria

1.4.6. Ponto-cruz

1.4.7. Glorificação

1.4.8. Aplicação

1.4.9. Apelo do meio

1.5. O quinto obstáculo - o sábado da lei;

1.5.1. Tema do meio:

1.5.2. Explicação:

1.5.3. Fundamentação:

1.5.4. Ilustração

1.5.5. Opinião contraria

1.5.6. Ponto-cruz

1.5.7. Glorificação

1.5.8. Aplicação

1.5.9. Apelo do meio

2. Quais os estágios que levou a mulher encurvada a ser curada?

2.1. Ela não deixou a sinagoga;

2.1.1. Tema do meio: A sinagoga na época de cristo era o único lugar alem do templo em Jerusalém e o lugar escolhido pelos judeus para buscar ajuda divina e ensinamentos da palavra da lei de Moisés. A mulher encurvada apesar da sua enfermidade ela sabia que para ser curada precisava esta na casa de Deus a sinagoga

2.1.2. Explicação: a mulher encurvada apesar da sua encurvatura ela não se entregou a preguiça fincando em casa, ela estava todos os sábados na sinagoga. Imagina se ela não tivesse na sinagoga quando cristo visitou a sinagoga, ela não teria recebido a sua cura quantos de nos tem perdido a cura e as benções de Deus.

2.1.3. Fundamentação: Salmo 27 Davídico.

1 O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?

2 Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-mea, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão.

3 Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante.

4 Uma coisa pedi ao Senhor; é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo.

5 Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo.

6 Então triunfarei sobre os inimigos que me cercam. Em seu tabernáculo oferecerei sacrifícios com aclamações; cantarei e louvarei ao Senhor.

7 Ouve a minha voz quando clamo, ó Senhor; tem misericórdia de mim e responde-me. (N.V. I)

2.1.4. Ilustração: DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO "10 razões porque não tomo banho" (Paralelo a "10 razões porque não vou à igreja"). Pessoas que não freqüentam os cultos sempre dão algumas desculpas razoavelmente interessantes para justificarem-se. Para mostrar a fraqueza dessas desculpas, alguém elaborou uma lista bem humorada chamada: "DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO".

1 - Fui forçado a tomar banho quando era criança.

2 - Pessoas que se banham são hipócritas – elas se acham mais limpas que a outras.

3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.

4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.

5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.

6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.

7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.

8 - Não tenho tempo.

9 - O banheiro é muito frio.

10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.

A comparação é óbvia. A maioria das desculpas para não se ir à Casa de Deus é furada. Assim também são os motivos pelos quais as pessoas não dão atenção para os assuntos espirituais. Quem vivi dando desculpas para não ir a igreja precisa aprender com a eis mulher encurvada.

2.1.5. Opinião contraria:

2.1.6. Ponto-cruz:

2.1.7. Glorificação:

2.1.8. Aplicação:

2.1.9. Apelo do meio:

2.2. Ela não desprezou a palavra de Deus;

2.2.1. Tema do meio:

2.2.2. Explicação:

2.2.3. Fundamentação:

2.2.4. Ilustração

2.2.5. Opinião contraria

2.2.6. Ponto-cruz

2.2.7. Glorificação

2.2.8. Aplicação

2.2.9. Apelo do meio

2.3. Ela não se envergonhou do seu estado;

2.3.1. Tema do meio:

2.3.2. Explicação:

2.3.3. Fundamentação:

2.3.4. Ilustração

2.3.5. Opinião contraria

2.3.6. Ponto-cruz

2.3.7. Glorificação

2.3.8. Aplicação

2.3.9. Apelo do meio

2.4. Ela perseverou 18 anos;

2.4.1. Tema do meio:

2.4.2. Explicação:

2.4.3. Fundamentação:

2.4.4. Ilustração

2.4.5. Opinião contraria

2.4.6. Ponto-cruz

2.4.7. Glorificação

2.4.8. Aplicação

2.4.9. Apelo do meio

domingo, 8 de fevereiro de 2009

O amor de Deus e a ignorância dos homens

Título do sermão
O amor de Deus e a ignorância dos homens
Texto bíblico escolhido
“Eu sempre os amei”, diz o SENHOR.“Mas vocês perguntam: ‘De que maneira nos
amaste?’ “Não era Esaú irmão de Jacó?”, declara o SENHOR. “Todavia eu amei
Jacó, (ml 1.2)
Assunto principal do texto escolhido
O amor Deus estava sendo ignorado pela nação de Israel e questionado; oque nunca deveria acontecer.
Tema específico do sermão (exortativo)
O que estamos fazendo com o amor de Deus? Estamos vivendo perto ou longe do grande amor Deus!, si estamos perto do amor Deus então vivemos horando a Deus, Israel não estava valorizando
o amor de Deus e nem agradecendo os benefícios do grande amor. Hoje em dia não é diferente encontramos pessoas que vivem debochando do amor de Deus pela maneira que vivem. Somos digno do amor de Deus? Pense e responda.
Proposito geral do sermão
somos abençoados quando correspondemos ao amor de Deus com gratidão. Deus como pai ele nos ama ate o fim e nos castiga porque nos ama e como filhos amados temos que honra o nosso pai celestial vivendo em santidade, e seremos horados com a abundancia do amor do pai celestial.
Introdução:
1. “... o amor é forte como a morte” (Cântico dos Cânticos 8.6). Assim é o amor de Deus:tão fiel, tão invariável, tão eterno que nem todas as águas do mundo o poderiam apagar!2. Um dia, um menino perguntou: - “Papa, por que é que Deus nos ama tanto se somos tão maus?”. 0 pai, sem qualquer hesitação, respondeu: - “Porque Deus, meu filho, não sabe fazer outra coisa que não seja amar”.3. A resposta daquele pai mostrava grande sabedoria. Ele estava a ensinar ao seu filho, urna grande verdade teológica: Deus ama porque não sabe fazer outra coisa...! Assim como a natureza do sol é brilhar, a essência de Deus é amar.

quebra-gelo: Deus ama você! hoje ele vai mais um vez demostrar o seu amor por você: curando a sua alma, alegrando o seu espirito, e sarando o seu corpo, Deus faz tudo isto por ama você.
Gancho: leve hoje o amor Deus com você no seu coração. Abrace hoje o amor de Deus e Deus te abraçará, com abraço de amor eterno. Deus vai preencher o vazio que você tem no seu coração com o amor de cristo, se você crer então receba pela fé o consolo do amor eterno do cristo eterno.
idéia central
O texto básico do sermão contem uma grande verdade: Deus nos aceita e nos ama como somos, mas não aceita nem um filho seu viver ao contrario aos seus mandamentos. Si amamos a Deus obedecemos aos seus mandamentos. O amor de Deus não é para ser ignorado e nem questionado, é para ser aceito e a colhido com gratidão. Só quem desfruta o amor Deus no seu interior são aqueles que amam a Deus e o seu próximo com obediência aos mandamentos do senhor.
Frases de efeito
“Aqueles que menos merecem o amor são os que mais necessitam dele”.
"Aqueles que não mostram o seu amor, na verdade não amam". (Internet)
Um irmão, já de idade avançada, declarou: "Para amar faz-se necessário conhecer".

Pergunta de ligação -
quais as maneiras que Deus nos ama ?
1. suportando os nossos pecados
tema do meio: Pecado,significa hamartia no grego; literalmente, “perdendo o objetivo”, falha, transgressão, tomar o rumo errado,erro, pecado, culpa. O NT usa a palavra em sentido genérico para erro concreto(2co 11.7;tg 1.15);como um princípio e qualidade de ação(rm 5.12-13;hb 3.13); e como ato pecaminoso(mt 12.31;at 7.60;1 joão 5,16).
explicação: certo cristão relator o seguinte: Quando me converti, sabia que todos os pecados que tinha cometido até aquele momento estavam perdoados e esquecidos. Mas pensava:já que Deus me
permitiu começar de novo, tenho de manter a pagina da minha vida sem mancha ate o fim. Dessa maneira irei para o céu. Si ela não ficar limpa, já não serei um cristão. Terei de me redimir novamente”. Esse homem acreditava que cada vez que pecava, deveria voltar a si converter para ser lavado pelo sangue de Jesus. Ele mesmo continuou: “que maneira desonrosa de entender a reconciliação com Deus! Se os pecados anteriores à minha conversão eram os únicos que poderiam ser expiados pelo sangue de cristo, o que deveria acontecer com os que eu cometesse depois? Compreendi que o único meio pelo qual Deus perdoa os pecados é através do sangue de cristo, derramado na cruz, e por isso minha reconciliação com Deus é definitiva”. O senhor Jesus não morreu somente pelos pecados que os crentes cometem antes de se converterem, mas por todos os pecados deles. Se não fosse assim, ninguém poderia ser salvo, “todos tropeçamos em muitas coisas “(tg 3.2). quando alguém se arrepende e nasce de novo pela fé no senhor Jesus, permanece para sempre na presença de Deus, graças ao pleno valor do sacrifício de cristo (hb 10.14). É assim que Deus o vê. E se confessarmos nossos pecados cometidos após a conversão, “ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”(1 joão 1.9).
“Se continuarmos a pecar deliberadamente depois que
recebemos o conhecimento da verdade, já não resta
sacrifício pelos pecados,(heb 10.26)” se nos não deixarmos os nossos pecados nos dominar Deus sempre estará conosco nos ajudando a vencer o poder do pecado suportando as nossas faltas com amor e paciência. No amor Deus você pode confiar, ele é fiel.


Fundamentação: “... e acrescenta: “Dos seus pecados e iniqüidades não
me lembrarei mais,(heb 10.17)”.Quanto tempo você pensa numa conta que já pagou? Eu me esqueço de minhas contas logo depois de pagá-las. Não me preocupo com a conta de luz do mês passado. Agora, a pergunta é: "Se Deus esquece um pecado no momento em que você o confessa, não acha que deveria esquecê-lo também?" (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 13 - Ed Vida).
Ilustração:
Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu. Ela disse: - "Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo. - O homem da casa está? Perguntaram. - Não, ela disse, está fora. - Então não podemos entrar". Eles responderam. A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu. - "Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar". A mulher saiu e convidou-os a entrar. - "Não podemos entrar juntos". Responderam. - "Por que isto?" Ela quis saber. Um dos velhos explicou-lhe: - "Seu nome é Fartura". Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou: - "Ele é o Sucesso e eu sou o Amor". E completou: - "Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa". A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse : - "Que bom!" Ele disse: - "Neste caso. vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura". A esposa discordou: - "Meu querido, por que não convidamos o Sucesso?" A cunhada deles ouvia do outro canto da casa. Ela apresentou sua sugestão: - "Não seria melhor convidar o Amor? Nossa casa então estará cheia de amor". - "Atentamos pelo conselho da nossa cunhada". Disse o marido para a esposa. - "Vá lá fora e chame o Amor para ser nosso convidado". A mulher saiu e perguntou aos três homens: - "Qual de vocês é o amor? Por favor entre e seja nosso convidado". O Amor levantou-se e seguiu em direção à casa. Os outros dois levantaram-se e seguiram-no. Surpresa a senhora perguntou-lhes: - "Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?" Os velhos homens responderam juntos: - "Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o Amor, onde ele for iremos com ele". Onde há amor, há também fartura e sucesso!!!


Opinião contraria :
existe muitas pessoas que não acredita no amor de Deus por não ser amadas. Na verdade querendo ou não somos frutos de um relacionamento amoroso, com exerção de relacionamentos indesejados. Na verdade o nosso nascimento não foi a vontade nossa mas de Deus e de nossos pais; quem nos gerou foi o Deus todo poderoso com o seu grande amor. Não fomos gerados de macacos pois eu nunca vi um macaco se evoluir como o homem, na verdade um macaco não sabe falar e nem dirigir. pense num macaco dirigindo seria um grande desastre, ele não entende sobre leis de transito, e nem sabe o que é multa. As pessoas que pensa que somos descendentes dos primatas na verdade são pessoas carentes do amor de Deus, só que não querem aceitarem o amor de Deus por não entenderem Deus e o seu amor com a logica e razão humana, nos aceitamos tantas coisas que não compreendemos por exemplo: não compreendemos como uma vaca preta produzis leite branco mas mesmo assim bebemos leite, da mesma forma não queremos ficar sem energia por não entende-la na verdade existe um bilhão de coisas que não compreendemos. Mesmo que muitas não asei tão e nem compreende a Deus mesmo assim Deus os compreendem, e suporta os seus pecados mostrando paciência afim de que venham arrepender dos seus pecados.
Ponto-cruz:
Um irmão, já de idade avançada, declarou: "Para amar faz-se necessário conhecer".você conhece o cristo da cruz? “Se você conhece então você é conhecido por Deus e amado por ele” . “Deus nos suporta quando aceitamos o sacrifício que cristo efetuou na cruz por nos”.
Aplicação: você já agradeceu hoje a Deus por tudo que ele tem feito por você ? se o não, comece agora...
Apelo do meio: “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós:
enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que
pudéssemos viver por meio dele,(1joão 4.9)”.
2.guardando a sua ira
tema do meio: ira
explicação : antes de Deus manifesta a sua ira ele manifesta primeiro o seu amor, se não foce assim, todos nos ti amos já perecidos nos nossos pecados. No livro de lamentações encontramos está grande e preciosa verdade: “Graças ao grande amor do SENHOR é que não somos
consumidos, pois as suas misericórdias são
inesgotáveis,(lm 3.22)”
fundamentação: “Pois a sua ira dura só um momento, mas no seu favor
está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a
alegria vem pela manhã, (Sl 30.5)”. Quando realmente choramos com sinceridade diante do senhor ele recolhe a sua ira em seu amor e mostrando o seu favor através da alegria que vem pela manhã. Israel choro em mispa e foi socorrido pelo senhor através do profeta Samuel. Não adianta chorarmos e gritarmos diante do senhor se não estivermos dispostos a deixar os nossos maus caminhos, israel lamentava após o senhor sem se arrepender, está e a mesma condição de muitas pessoas em nosso meio clamam!!!,clamam !!!, em pecados, vivendo em ira, e contendas, em quanto não se arrependerem continuarão a clamar e não verão resultados imediatos.
Ilustração:
Um garoto brincava no quintal de sua casa, inventou de empurrar uma enorme pedra, claramente superior às suas próprias forças. Empurrou-a com as mãos, com os pés, com as mãos e uns dos pés, com o corpo, de costas, e a pedra não se movia. Aí, seu pai que observava disse: “Você ainda não usou todos os recursos, filho”. “Usei, sim, papai”, respondeu o pequeno já quase chorando. “Não”, replicou o pai, “você ainda não pediu a minha ajuda”. Não é o que fazemos muitas vezes tentando resolver ou remover sozinhos certos problemas, esquecidos daquele que é nosso Ajudador? Assim estavam vivendo Israel pensando que poderia mover as pedras sem pedir ajuda ao senhor o resultado foi o aparecimento de mais pedra. muitos estão tentando remover as pedras que eles mesmos tem colocado no seus caminhos, as pedras só serão removidas com a pedra das pedras a rocha que é cristo; “Então Samuel pegou uma pedra e a ergueu entre
Mispá e Sem; e deu-lhe o nome de Ebenézer b,
dizendo: “Até aqui o SENHOR nos ajudou(1Sm 7.12)”. tome está pedra levante a na sua vida e grande será a sua vitória.


opinião contraria :
ponto-cruz: cristo teve todos os motivos para se ira contra os seus algozes mas não irou, ele deu lugar ao perdão quando deveria da lugar a ira ,temos feito a mesma coisa segundo o modelo de cristo, quem ama o cristo ressurreto da cruz ama a paciência que ele tem. Muitos hoje em dia têm se tornados inimigos da cruz de cristo; “Pois, como já lhes disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de cristo (Fp 3.18)”. você pode dizer o que Paulo disse a mais de dois mil anos atrás; “ Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte(2co 12.10)”. que não se alegra nas insultos é porque não está sendo verdadeiro amigo da cruz de cristo. Você é amigo de cristo? Se você é amigo de cristo então vc é amigo da cruz de cristo , e quem é amigo da cruz, é inimigo do mundo, e de suas mazelas. Ignora a cruz é ignora o céu.!

Glorificação: louvado seja o senhor Jesus que nos livra da ira dos homens e da ira futura do Deus todo poderoso.
Aplicação: Certa vez uma menina ganhou um brinquedo no dia do seu aniversário. Na manhã seguinte, uma amiguinha foi até sua casa lhe fazer companhia e brincar com ela. Mas a menina não podia ficar com a amiga, pois tinha que sair com a mãe. A amiga então pediu que a menina a deixasse ficar brincando com seu brinquedo novo. Ela não gostou muito da idéia, mas, por insistência da mãe, acabou concordando. Quando retornou para casa, a amiguinha já não estava mais lá: tinha deixado o brinquedo fora da caixa, todo espalhado e quebrado. Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou: - Você se lembra daquela vez que um carro jogou lama no seu sapato? Ao chegar em casa você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela falou que você devia primeiro deixar o barro secar. Depois, ficaria mais fácil limpar. Com a raiva é a mesma coisa. Deixe a raiva secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo. Disse que não tinha sido culpa dela, e sim de um menino invejoso que, por maldade, havia quebrado o brinquedo quando ela brincava com ele no jardim. E a menina respondeu: - Não faz mal, minha raiva já secou! Discussões no dia a dia, nos relacionamento e no trabalho podem levar as pessoas a ter sentimentos de raiva. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo. Assim você não corre o risco de cometer injustiças.

Ao chegarmos à casa de duas irmãs para uma visita pastoral, meu esposo e eu paramos pasmados com o vozerio. Aquelas irmãs, sem notar a nossa presença, agrediam o vizinho com insultos grosseiros. Até palavras obscenas feriram nossos ouvidos, machucando ainda mais o vizinho atônito. Sugeri ao meu esposo que fôssemos embora; o constrangimento seria grande demais quando nos vissem. "Agora é que precisam mais do pastor com um bom conselho". Ele respondeu cumprimentando as irmãs em seguida. A mais velha começou a chorar, enquanto a outra, muito vermelha de vergonha, procurava ocultar o rosto. "Pastor, o senhor estava aí"? "Minhas irmãs, antes de nós o Senhor Deus já estava aqui. Ele é onisciente e onipresente. Vê e ouve tudo". Leitura bíblica, oração e aconselhamento acalmaram as irmãs tão cheias de ira e rancor. - Carolina Cassete - Visão Missionária, 4T2002.
Apelo do meio: Sabe como se faz para impedir que o leite transborde? Antes de fervê-lo, junte-lhe uma pitadinha de bicarbonato de sódio. Também uma pitadinha de bom-senso e humildade impedirá a ira transbordar do coração.


3. Conservando nos vivos para nos da vida, e vida com abundancia
tema do meio: vida abundante
explicação:
fundamentação
ilustração
opinião contraria
ponto-cruz
glorificação
aplicação
apelo do meio
4. Exortando-nos para voltarmos para Eli
tema do meio
explicação
fundamentação
ilustração
opinião contraria
ponto-cruz
glorificação
aplicação
apelo do meio
5.nos castigando para aprendermos a sermos filhos obedientes
tema do meio
explicação
fundamentação
ilustração
opinião contraria
ponto-cruz
glorificação
aplicação
apelo do meio

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

amargo

Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.


Ele ligou para seus pais e disse-lhes:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.

- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!
- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.

- Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele.

- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.

- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.

- Está certo, papai, o senhor tem razão!

Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.

Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.


Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que, quando éramos ainda pecadores,
Cristo morreu por nós.

Romanos 5.8

Autor: Desconhecido
Enviado pelo colaborador: Wilson B. Vasconcelos

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Israel antes do Monte Sinai



“…os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus. Ouvindo Deus o seu gemido, lembrou-Se da Sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó. E viu Deus os filhos de Israel e atentou para a sua condição.” (Êxodo 2.23-25)

Há três tipos de pessoas sofridas no mundo:

1 - As que gemem, sofrem caladas e esperam pela sorte;

2 - As que gemem e suplicam aos deuses e ao mundo por ajuda e;

3 - As que gemem e inteligentemente direcionam seu clamor ao Único Deus Vivo e Verdadeiro.



A exemplo dos filhos de Israel que gemiam na escravidão egípcia e se aplicaram a cobrar do Deus de seus pais uma solução, nós temos neles um modelo a seguir para solucionar os mesmos problemas de hoje.



O texto sagrado acima apresenta a receita da manifestação do poder de Deus:

1 – gemiam sob a servidão

2 – clamaram

3 – clamor subiu a Deus

4 – gemido

Quatro palavras descrevem a situação desesperadora dos filhos de Israel em relação a Deus.



Na resposta de Deus também há quatro palavras que descrevem Sua atenção:

1 – Ouvindo Deus o seu gemido,

2 – Lembrou-Se da Sua Aliança com Abraão…

3 – Viu os filhos de Israel.

4 – Atentou para a sua condição.



A condição da maioria das pessoas hoje não é muito diferente da dos filhos de Israel naqueles dias. A razão disso se deve ao fato de o mesmo espírito, que usava os faraós no passado, usar os faraós de hoje, criando assim um estado permanente de cativeiro social.

E o Mesmo Deus que livrou os filhos de Israel daquele cativeiro é o Mesmo que livra os que O clamam nos dias atuais.

O espírito não morre. Enquanto o Grande Julgamento não acontecer, os espíritos imundos continuarão livremente agindo na Terra. Os espíritos de exploração do passado são os mesmos do presente, assim como o Mesmo Deus do passado é o do presente.

De maneira que seguimos um ciclo contínuo de luta entre a Luz e as trevas, o Bem e o mal, Deus e o diabo. Quem está do lado da Luz tem que vencer as trevas! Quem está aliado a Deus está apto para vencer o diabo e todo o seu inferno. Mas precisa lutar! Precisa usar a autoridade Divina conferida a exemplo dos heróis da fé do passado.

Eles usaram a força interior, o poder da fé, e lograram êxito.

Bispo Edir Macedo

Monte Sinai, lugar de clamor em uma só fé



O Monte Sinai foi e continua sendo o sinal de Deus para o povo escravizado no passado e para as pessoas exploradas no presente. O mesmo Deus que ouviu o clamor de Israel no tempo de Moisés está vivo e pronto para ouvir o clamor do Seu povo hoje.

Para Deus, não importa a religião, a cor, a raça, o grau de instrução e a condição social, mas o tamanho da fé! O que Ele busca no homem é a fé de que Ele fará exatamente o que prometeu fazer em Sua Palavra.

A exemplo de Israel, escravos de Faraó, eles experimentaram o limite da dor e do desespero. Não poderiam estar em uma situação mais complicada e dolorosa. Mesmo assim, devido à união da fé de todos, os filhos de Israel levantaram um clamor coletivo a Deus.

A fé era tão grande e eles, como escravos, salvo a palavra de Moisés, não possuíam sequer uma informação sobre o Monte de Deus. Só mais tarde, daquele lugar, puderam contemplar a liberdade e o cumprimento da Palavra de Deus.

Já o mesmo não acontece conosco. Todos nós temos acesso ao Monte Sinai por meio de informações, fotos ou vídeos. Temos certeza de que ele existe e está localizado no mesmo local, intacto.

Israel tinha conhecimento da existência de um Deus vivo. E todos, munidos dessas promessas, partiram para a cobrança coletiva. Uniram-se em uma só fé, em um só espírito, em um só clamor, diante de um só Deus. E, de posse dessa convicção, nós buscaremos uma só resposta no Monte de Deus. Certamente, então, o milagre acontecerá!

Nesse mesmo local é que iremos juntar os clamores de todos os que crerem em Deus no mundo inteiro. É essa mesma fé que estamos vivendo em todo o mundo. O clamor que visa ao cumprimento da promessa de Deus.

A proposta da Campanha do Sinai é reverter o quadro de dor e de sofrimento vivido pelas pessoas exploradas. Como? Do mesmo modo que os filhos de Israel fizeram, seguindo o mesmo modelo de atitude tomada por eles.

No versículo seguinte ao registro do desespero de Israel, temos também a resposta de Deus concretizada em quatro formas diferentes de ações.

1º – Ouvindo Deus o seu gemido;

2º – Lembrou-Se da Sua aliança com Abraão, Isaque e Jacó;

3º – Viu Deus os filhos de Israel e

4º – Atentou para a condição deles.

O que eles fizeram é o que nós faremos! Se Deus os ouviu quando clamaram, também ouvirá a nós! Porque Ele é o mesmo ontem, hoje e será para sempre!

Se a condição dos filhos de Israel, que estavam em situação muito mais difícil do que a de qualquer ser humano hoje, foi revertida, então a nossa também será!

O segredo do sucesso dos filhos de Israel foi, justamente, sustentar seu clamor sobre as promessas de Deus.


Deus abençoe a todos.
Bispo Edir Macedo

A Política de Deus no Trabalho





O apóstolo Paulo estabelece aos cristãos da cidade de Éfeso um mandamento que ordena as relações no trabalho. Essa é a Política pura e santa de Deus no que se refere ao relacionamento entre servos e senhores.

"Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de que cada um, se fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre. E vós, senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas" (Efésios 6.5-9).

É óbvio que, se o senhor tratar os seus servos com dignidade, decência e justiça, seus servos estarão preocupados em dar o melhor de si para que os seus senhores colham mais frutos e tornem-se ainda mais prósperos. Da mesma forma, se os servos trabalharem com prazer e fizerem tudo o que é correto, não somente às vistas do seu senhor, então, esses servos também serão beneficiados.

Muitas pessoas servem na Igreja com zelo e dedicação. Servem, entretanto, muito mal aos seus patrões lá fora. Roubam tempo precioso de seu trabalho ao realizarem atividades sem importância. Gastam muito tempo no banheiro ou na realização de tarefas de rua. A verdade é que o empregado pode até enganar o patrão, mas não pode enganar a Deus.

O Senhor Jesus mostrou isso em uma parábola. Havia um homem que tinha de viajar e precisava confiar os seus bens aos seus servos. Antes da viagem, "a um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu" (Mateus 25.15).

Isso quer dizer que cada servo tem sua própria capacidade, e, por isso, o senhor tem de honrar a cada servo de acordo com o seu desempenho e com os seus resultados. Não a todos igualmente!

O servo que tiver capacidade maior que a de outro não poderá receber o mesmo pagamento, pois isso seria injustiça. No que se refere ao contexto bíblico, todos que alcançaram resultados foram recompensados, enquanto o que nada fez e foi negligente, perdeu tudo, como está escrito: "Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado" (Mateus 25.28-29). Essa é Política de Deus.

Deus abençoe a todos
Bispo Edir Macedo

A Alma é Eterna e Preciosa

Temos falado com freqüência sobre a Armadura de Deus porque estamos preocupados com a coisa mais preciosa que temos: a nossa fé. Vestir-se de toda a Armadura de Deus é cuidar, prevenir e manter a nossa salvação.

Está escrito em Eclesiastes (2.16): "(...) do sábio como do estulto, a memória não durará para sempre; pois, passados alguns dias, tudo cai no esquecimento. Ah! Morre o sábio, e da mesma sorte, o estulto!".

Com a morte tudo acaba: o nome, a glória, o reconhecimento, a riqueza, os pensamentos e os sentimentos. O corpo morre e o espírito, o sopro de Deus em nós, retorna para Ele. Somente uma coisa não acaba: a alma. Por essa razão, aos cuidados da alma devemos dedicar toda a nossa atenção.

Não há nada mais importante que possamos ter em nós do que a certeza da salvação. A esposa, os filhos, a família, o trabalho e o dinheiro não devem significar mais que a fé depositada por Deus em nosso coração.

Vale tudo para proteger essa fé, pois é por meio dela que mantemos a nossa comunhão com o Senhor Jesus. A fé é a ponte entre nós e o Criador. Ela estabelece a nossa relação com Deus; então, se eu permitir que a fé seja contaminada, a salvação estará em jogo também.

O diabo nunca estará satisfeito, ele não quer deixar você à vontade com Deus. O tempo inteiro ele usará pessoas para lhe provocar mágoas. Fará de tudo para plantar sementes de dúvidas no seu coração. Quando isso acontece, a certeza de que tudo acabará bem é minada, pois o elo que liga você a Deus foi quebrado.

Com o intuito de proteger totalmente a fé, o apóstolo Paulo fala em vestir toda a Armadura de Deus. Alerta os cristãos para a fé que vem do Espírito e que traz certeza e segurança, deixando em paz o seu coração, enquanto a dúvida gera medo e tribulação à alma.

Como disse o Senhor Jesus: "Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (João 16.33).

É importante lembrar-se de que essa armadura jamais ficará completa se não tiver como base o batismo com o Espírito Santo. Essa é a proteção mais forte e resistente que o cristão pode vestir. O Espírito Santo guia, orienta e dá discernimento àqueles que são selados por Ele.

A alma é eterna e preciosa. É tão preciosa que o Senhor Jesus veio ao mundo para salvá-la. A alma é individual e permanece eternamente para a vida ou para a condenação eterna. E só quem pode determinar onde ela passará toda a eternidade é a própria pessoa durante a sua vida.

Deus abençoe a todos.

Bispo Edir Macedo

Qual o seu Reino? O da Luz ou o das trevas?

O Rio de Janeiro é um dos estados brasileiros com maior número de igrejas evangélicas. Mas, infelizmente, isso não significa nada, pois, ainda que o Rio tenha muitos evangélicos, como em outros estados, a miséria, a violência, a desgraça e a pobreza, em números alarmantes, excedem a fé desse segmento religioso.

Muitos podem até crer naquilo que Jesus falou: “(...) Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”(João 10.10). Entretanto, a vida abundante é apenas uma miragem, um sonho. É irreal. A vida dessas pessoas reflete o oposto: parece ser o diabo o senhor de suas vidas. Nelas nada funciona. A vida de alguns não progride, não desenvolve. Tudo é fracasso.

É justo isso? Alguém crer em Deus, saber de Sua grandeza, contudo viver cercado de problemas, de depressão, de vícios e de derrotas? Por que esse contraste tão grande? A razão é que a grande maioria não deseja se compromissar com o Senhor Jesus. Essa é a dura e vergonhosa realidade: as pessoas aceitam Jesus, mas não entregam suas vidas a Ele.

Esse é o ponto da questão, pois, quanto maior for o que se almeja, maior deverá ser o sacrifício. Do mesmo modo que, ao amar alguém intensamente, você deseja abandonar tudo para viver toda a sua vida com essa pessoa, assim também acontece com Deus: você deverá abrir mão da sua vida pelo sentimento de amor e de fé no Senhor Jesus. Em troca da eternidade com Deus, não é apenas o dízimo que você deve dar a Ele, mas cem por cento de sua vida.

Se hoje você vive uma vida sem qualidade, é porque aceitou Jesus, mas ainda não se entregou inteiramente a Ele. Quando a pessoa está no reino das trevas, o poder do mal tem autoridade sobre ela e a vida dela não muda. Ela está sobre o domínio de Satanás.

Isso explica a razão por que o País está cada vez pior, apesar de ser crescente o número de evangélicos no Brasil. O Senhor Jesus disse: “Vós sois a luz do mundo (...)” (Mateus 5.14). Mas que luz é essa que as trevas a encobrem? Não há lógica. Um pequeno raio de luz vence quaisquer trevas.

Por isso, a vida de muitos não muda: não há compromisso com o Senhor Jesus. Eles até mudam de religião, mas os corações e as mentes continuam os mesmos. Essa mudança só acontece quando se sacrifica a própria vida.

O Senhor Jesus disse: “Pois, quem quiser salvar a sua vida por amor de mim perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á” (Mateus 16.25).

A sua vida reflete onde você está. Não existe meio termo: ou você é de Deus ou é do diabo. Ou você está no reino das trevas ou está no Reino da Luz.

Que Deus abençoe a todos

Bispo Edir Macedo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Ano novo projetos novos!


"Ano novo, projetos novos!" Recentemente um conhecido decidiu: "Vou mudar, quero sair daqui, quero ir para uma casa nova, para outro ambiente". Seu objetivo era encontrar uma moradia bonita, espaçosa, que atendesse suas necessidades. E ele a encontrou. Mas antes de mudar era necessário combinar e acertar alguns detalhes com o proprietário da casa: as paredes precisavam ser pintadas, o piso deveria ser lixado e uma janela precisava ser aberta na parte superior para permitir a entrada de mais luz.

Qualquer que seja a nossa situação, no fundo somos todos iguais nesse sentido. Poucos de nós se satisfazem em ter apenas "um teto sobre a cabeça". Até os nossos obreiros no interior da Bolívia, onde quase não se pode falar em "morar bem", procuram fazer o melhor com os materiais de construção que têm à disposição.

Mas como está a habitação da qual nosso Senhor Jesus disse: "...viremos para ele e faremos nele morada" (Jo 14.23)? Parece que muitas vezes isso pouco nos preocupa. Porém, ser cristão significa levar a sério a nossa responsabilidade como donos da casa onde o Senhor quer morar. No momento em que entregamos nossa vida ao Senhor Jesus, Ele recebeu a chave do nosso coração, que é a morada onde Ele quer entrar. Mas o problema é que Ele não pode entrar quando ali ainda há áreas escuras, cantos onde vivem moradores clandestinos. Possivelmente nenhuma outra pessoa saiba disso. Olhando de fora, a moradia parece estar intacta. A fachada cristã está em ordem. Mas o Senhor entrou de fato?

Está mais do que na hora de despejar os antigos moradores do nosso coração e permitir que se faça uma limpeza da nossa casa interior. Também a janela na parte superior não deve faltar. Deveríamos permitir a entrada de luz do alto. Imagine o que significa nosso Senhor chegando, parando diante da porta do nosso coração e dizendo: "Quero entrar agora!" E Ele não vem sozinho, pois disse: "Meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada." Na mesma passagem Ele também fala do Seu Espírito: "O Espírito da verdade... habita convosco e estará em vós" (v. 17). Nosso Senhor em pessoa, a plenitude da Divindade, quer entrar em nós! São palavras muito sérias as que o apóstolo Paulo disse aos coríntios, mas também a nós, através da sua epístola: "Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado" (1 Co 3.16-17). Nossa responsabilidade em relação ao nosso coração, que nos foi transmitida quando decidimos tornar-nos cristãos, é muito maior do que a de uma pessoa que ainda está longe de Deus. Aquele que entregou a chave do seu coração a Deus, que se decidiu por Jesus Cristo, é responsável pelo estado do próprio coração, para que Jesus possa de fato habitar ali. Como está a situação do nosso coração? Ainda existe sujeira escondida, ainda guardamos pensamentos obscuros? Está mais do que na hora de colocar em ordem nosso coração diante de Deus! Vamos fazer um novo começo neste novo ano! (Peter Malgo)


Unidade e verdade

Deveria ser evidente para qualquer observador das notícias e tendências que estamos sendo levados (como previu a Bíblia) a um governo e uma religião mundiais - e que ambos serão unificados. Qualquer "separação entre Igreja e Estado" acabará. Deveria também estar claro que uma exigência básica da religião mundial (passos em cuja direção são recompensados pelo "Prêmio Templeton Para o Progresso na Religião") é que seja inofensiva e universalmente aceita.

Babel, o modelo de unidade

A "correção político-religiosa" é essencial para a falsa unidade desejada por este mundo. A regra para isto será "espiritualidade" sem verdade. O mundo retornará a Babel, onde a "cidade" (o governo secular) e a "torre" (a religião) eram unificados: "Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus..." (Gn 11.4). Aqueles que persistirem em afirmar que alguns ensinos são errados serão silenciados para o bem da sociedade. Essa tendência já é notada na "Trinity Broadcasting Network" (maior rede de TV evangélica dos EUA - N. R.) de Paul Crouch, cuja oração demanda imunidade à correção: "Deus, nós declaramos a destruição de qualquer coisa ou pessoa que se levante contra este ministério..."1

Esse tipo de unidade, integralmente estabelecida em Babel, agrada à sabedoria humana. Contudo, a resposta de Deus foi "confundir ali a sua linguagem, ...e dispersá-los dali pela superfície da terra" (vv. 7-8). No Areópago, Paulo explicou o propósito de Deus em fazer tal coisa: "[Ele] havendo fixado... os limites da sua habitação; para buscarem a Deus..." (At 17.26-27).

Ao invés de buscar ao Senhor, o homem tem procurado tornar-se o senhor do Universo. A sua capacidade de invenção cumpre a declaração de Deus: "é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade" (Gn 8.21), e prova a exatidão do terrível aviso divino: "não haverá restrição para tudo que intentam fazer" (Gn 11.6). A maldade e violência do mundo aumentaram com o desenvolvimento da educação, do conhecimento e da tecnologia humanos. De fato, somos "uma geração de gigantes nucleares, mas anões morais".

E agora, em rebelião contra o julgamento de Deus em Babel, o homem está determinado a unificar o mundo como foi naquela época. A Lockheed Corporation, num anúncio na revista Scientific American, vangloria-se de que através de seus computadores está "desfazendo o efeito Babel", unificando, novamente, o mundo em uma linguagem. A IBM e outras corporações científicas têm feito alardes similares. Imagina-se que a unificação do mundo colocará um fim à competição e aos conflitos entre as nações, e conduzirá a uma era venturosa de paz e prosperidade. Na realidade, ela trará o reinado do anticristo e a ira de Deus derramada sobre a terra.

A verdadeira unidade

O mundo nunca terá unidade e paz até que Cristo, o Príncipe da Paz, governe em pessoa do trono de Davi. E mesmo assim, depois de 1.000 anos de Seu reinado, milhões e milhões daqueles que foram forçados a obedecer se rebelarão contra Ele (Ap 20.7-9). O Milênio será a prova final da incorrigível maldade do coração humano. A única esperança está na criação de uma nova raça que morreu em Cristo, aceitando a morte dEle como a sua própria, e que "nasceu de novo" do Espírito Santo para ser habitada pelo Espírito de Cristo. Cada um destes que herdam novos céus e nova terra pode dizer confiantemente: "Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim..." (Gl 2.19b-20a).

A verdadeira unidade só é encontrada em Cristo. Aqueles que pertencem a Ele são "um corpo", tendo "uma só esperança... um só Senhor, uma só fé , um só batismo, um só Deus e Pai de todos..." (Ef 4.4-6). Estes são o Seu corpo, Sua Igreja, Sua noiva. A respeito destes Jesus disse: "Eles não são do mundo, como também eu não sou" (Jo 17.14,16). A verdadeira Igreja nunca poderia ser popular com o mundo, muito menos unida a ele numa causa comum. Cristo disse: "Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia... Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros..." (Jo 15.19-20).

Estas poucas palavras das Escrituras são suficientes para condenar a igreja católica romana. Sua longa história de parceria com e até mesmo de domínio sobre os governos (como foi predito em Apocalipse 17.18), e o poder que ela exerce nos círculos seculares marcam-na como apóstata. O papa recebe embaixadores de todos os principais países que vêm suplicar favores, e por onde vai ele é recebido com muita pompa e cerimônia pelos chefes de Estado, do presidente Clinton a Arafat ou Fidel Castro.

Do mesmo modo, reconhecemos o erro dos evangélicos que se esforçam para exercer influência política através de acordos com os ímpios, procurando ter domínio dentro de governos em cooperação com católicos e adeptos de outras religiões - e o fazem em nome de Cristo que foi odiado, zombado e crucificado pelas líderanças religiosas e políticas.

"Não rogo pelo mundo"

Na oração de Cristo por unidade, Ele disse especificamente:"Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste [fora do mundo], porque são teus" (Jo 17.9). Não existe na Bíblia qualquer referência de que os cristãos devam "mudar o mundo" (que está debaixo do julgamento de Deus) ou "atender às necessidades da comunidade". Nós devemos chamar para sair deste mundo "um povo para o seu nome" (At 15.14). O interesse de Cristo foi por Sua Igreja: "a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós... como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade..." (Jo 17.21-23).

A oração de Cristo foi respondida pelo fato do Filho e do Pai habitarem nos cristãos por meio do Espírito Santo. Tornando-nos "filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus" (Gl 3.26), somos unidos à família de Deus para sempre. Essa unidade não pode ser compartilhada fora dessa família. Ela é expressa pela adesão em palavras e atos à Palavra de Deus e à verdade (Jo 17.6, 8, 14, 17).

Nunca nos foi ordenado estabelecer a unidade, mas "preservar a unidade do Espírito" (Ef 4.3), que já temos em Cristo. Nossas vidas e a doutrina sobre a qual estão fundamentadas devem revelar a Palavra de Deus e a Sua verdade. Qualquer desvio disso nega a unidade que é nossa em Cristo. Aqueles que não são membros do corpo de Cristo por não crerem no Evangelho não podem fazer parte dessa família, e não há "unidade" que os crentes possam fabricar para conseguir tal coisa.

Divisões entre "cristãos"

Ao menos certas divisões entre os que se chamam cristãos são devidas a sérias diferenças doutrinárias. Há fartas evidências atestando a falsidade do evangelho de salvação do catolicismo romano por sacramentos, obras, sofrimentos no purgatório, indulgências, orações a Maria, etc.; e que ele, por sua própria natureza, não oferece nenhuma segurança. Tais diferenças doutrinárias criam uma barreira intransponível à unidade cristã; e, na verdade, mostram que os católicos romanos (e os ortodoxos cujas doutrinas de salvação são as mesmas) estão fora da família de Deus. Promover o engano destas almas perdidas, acolhendo-as como cristãs, é falta de bondade.

Minha esposa Ruth e eu passamos recentemente um tempo muito proveitoso na Romênia com boas reuniões em cinco cidades, inclusive na Universidade de Bucareste, num anfiteatro esportivo e em outros lugares seculares. A reação foi boa, com vidas salvas e transformadas. Em todo lugar vimos o mal da igreja ortodoxa, que cooperou com o comunismo e agora está perseguindo os evangélicos. Esta igreja não faz objeção que seus membros sejam comunistas ateus. O último censo na Romênia teve duas categorias de ortodoxos: fiéis e ateus.

Durante essa visita, vimos com tristeza os fiéis ortodoxos enfileirados numa grande catedral para beijar os ícones que acreditam serem janelas para o céu, e para tocar os sarcófagos dos "santos", como um passo duvidoso para a salvação, ou para pagarem ao sacerdote por orações especiais que poderiam aproximá-los de merecerem o céu. Típica foi a conversa que tive com o principal sacerdote na catedral ortodoxa:

Dave (D): Como posso ir para o céu?
Sacerdote (S): Você tem de rezar.
D: Quanto devo rezar?
S: Você precisa rezar em todo tempo, em todo lugar.
D: Posso ter certeza se conseguirei ir ao céu?
S: Você nunca pode saber. As seitas, como os batistas, ensinam que você pode ter a certeza, mas a doutrina oficial da igreja ortodoxa é que você nunca sabe se irá para o céu.
D: Mas o que Jesus fez na cruz?
S (levando-me para o centro da igreja e apontando para uma suposta pintura de Jesus no alto do teto): Ele está olhando por todos nós! (Neste momento, um grupo de convidados de um casamento entrou. Recém-casados no civil, precisavam da bênção da igreja, pela qual pagaram o salário de um mês. Tendo de atendê-los, o sacerdote terminou a nossa conversa - que me deixou interiormente triste pelo engano em que vivem os "fiéis" ortodoxos!)

Fortes movimentos rumo ao ecumenismo

É um despropósito total acolher o catolicismo romano e a ortodoxia oriental como verdadeiro evangelho, mas tal insensatez reflete a tendência atual. Até mesmo o mundo busca a unidade religiosa. Há algum tempo surgiu nos EUA o movimento Promise Keepers, uma organização que reuniu milhões de homens e dezenas de milhares de pastores em defesa do mais flagrante ecumenismo.

No início de 1997 os Promise Keepers reuniram 39.000 pastores em Atlanta (Geórgia, EUA). A conferência juntou representantes dos apóstatas Conselho Mundial de Igrejas e Conselho Nacional de Igrejas, dos evangélicos, dos mórmons e dos católicos romanos, incluindo 600 padres. O vice-presidente do Ministério Pastoral dos Promise Keepers, Dale Schlafer, afirmou que esta nova unidade não está baseada em doutrinas (isto é, em verdade), mas em relacionamentos. Em contraste, a unidade bíblica é uma doutrina que deve ser definida. Algumas diferenças doutrinárias são tão vastas quanto a distância entre o céu e o inferno.

O que impressiona é o número de homens e pastores que se deixam levar por este e por movimentos semelhantes. Quanto a nós, "mantenhamos a unidade do Espírito" através do apego à sólida doutrina em obediência ao nosso Senhor. (Dave Hunt - TBC 4/98)

Nota
1. Trinity Broadcasting Network (11/7/97)
"Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário de Deus vivente..." (2 Co 6.16).

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, outubro de 1998.
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Razão para crer

"Lembrai-vos das coisas passadas da antigüidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antigüidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade" (Isaías 46.9-10).

A profecia bíblica é a chave para se entender tanto o passado quanto o futuro. Embora aos céticos essa talvez pareça uma pretensão absurda, ela é facilmente comprovada. Pelo fato de ter se cumprido a maior parte das profecias registradas na Bíblia, fica muito simples determinar se essas profecias são ou não confiáveis.

Dois importantes assuntos da profecia estendem-se consistentemente por toda a Escritura: (1) Israel; (2) O Messias que vem para Israel e através de Israel para o mundo como Salvador de toda a humanidade. Ao redor destes dois temas centrais quase todas as demais profecias se desenrolam e encontram o seu significado, seja o Arrebatamento da Igreja, o Anticristo, seu governo e religião vindouros, o Armagedom, a Segunda Vinda de Cristo, ou qualquer outra ocorrência profética. A Bíblia é absolutamente única na apresentação dessas profecias, as quais ela registra com detalhes específicos, começando há mais de 3.000 anos.

Cerca de 30% da Bíblia são dedicados à profecia. Esse fato confirma a importância do que tem se tornado um assunto negligenciado. Em contraste marcante, a profecia está completamente ausente no Corão, nos Vedas hindus, no Baghavad Gita, no Ramayana, nas palavras de Buda e Confúcio, no Livro de Mórmon, ou quaisquer outros escritos das religiões mundiais. Esse fato isolado já provê um inegável selo de aprovação divina sobre a fé judaico-cristã, que falta em todas as outras crenças. O perfeito registro do cumprimento da profecia bíblica é suficiente para autenticar a Bíblia, diferentemente de todos os outros escritos, como a única e inerrante Palavra de Deus.

Profecia – A Grande Prova

Há muitas provas importantes para a profecia bíblica. A primeira de todas, o cumprimento da profecia estabeleceu prova irrefutável da existência do próprio Deus que inspirou os profetas. Pelos importantes eventos da história mundial, profetizados centenas e mesmo milhares de anos antes de acontecerem, o Deus da Bíblia prova ser o único Deus verdadeiro, Criador do Universo e da humanidade, o Senhor da História – e que a Bíblia é a Sua Palavra infalível, dada a fim de comunicar os seus propósitos e meio de salvação a todos os que crerem. Aqui está uma prova tão simples que uma criança pode entender e tão profunda que os maiores gênios não podem refutar.

A profecia, pois, desempenha um papel vital ao revelar o propósito de Deus para a humanidade. Ela também fornece uma prova inteiramente segura na identificação do verdadeiro Messias de Deus, ou Cristo, e desmascara o impostor de Satanás, o anticristo, de maneira que ninguém que observar a Palavra de Deus venha a ser por ele enganado.

Entretanto, por ser a profecia única na Bíblia, ela é única para Cristo. Profecia nenhuma narrou a vinda de Buda, Maomé, Zoroastro, Confúcio, Joseph Smith, Mary Baker Eddy, os populares gurus hindus que têm invadido o Ocidente, ou qualquer outro líder religioso, todos eles sem as credenciais que distinguem Jesus Cristo. Entretanto, há mais de 300 profecias do Velho Testamento que identificam o Messias de Israel. Séculos antes de Sua vinda, os profetas hebreus estabeleceram critérios específicos que deveriam ser preenchidos pelo Messias. O cumprimento destas profecias nos mínimos detalhes da vida, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré demonstram indiscutivelmente ser Ele o prometido por Deus, o verdadeiro e único Salvador.

Visto que estes dois importantes itens da profecia bíblica, Israel e o Messias, são tratados em alguns dos meus livros, principalmente em "Quanto Tempo Nos Resta?", vamos resumi-los aqui rapidamente. Em Isaías 43.10, o Deus de Israel declara que os judeus são Suas testemunhas para o mundo do qual Ele é Deus. Tal é o caso, apesar de 30% dos israelitas hoje afirmarem ser ateus e a maior parte dos judeus do mundo inteiro jamais pensarem em dizer que Deus existe. Mesmo assim eles são testemunhas da existência dEle, tanto para si mesmos como para o mundo, por causa do espantoso cumprimento exato na história daquilo que Deus falou que iria acontecer a esse povo especial.

O Povo Escolhido – Sua Terra e Destino

Embora muito do que os profetas predisseram para Israel ainda seja para o futuro, nove profecias importantes envolvendo detalhes específicos e verificáveis já se cumpriram, exatamente como fora previsto séculos antes.

1. Deus prometeu uma terra e fronteira claramente definidas (Gênesis 15.18-21) a Abraão (Gênesis 12.1; 13.15; 15.7, etc.) e renovou tal promessa a Isaque, filho de Abraão (Gênesis 26.3-5), ao seu neto Jacó (Gênesis 28.13) e aos seus descendentes para sempre (Levítico 25.46; Josué 14.9, etc.).

2. É um fato histórico Deus ter trazido esse "povo escolhido" (Êxodo 7.4-8; Deuteronômio 7.6; 14.2, etc.) à Terra Prometida; uma surpreendente história de milagres por si só.

3. Quando os judeus entraram na Terra Prometida, Deus os advertiu que, se eles praticassem a idolatria e imoralidade dos habitantes primitivos, os quais Ele havia destruído por praticarem o mal (Deuteronômio 9.4), Ele os lançaria também para longe (Deuteronômio 28.63; 1 Reis 9.7 e 2 Crônicas 7.20, etc.). Que isso aconteceu é, também, inegável pela história.

Até este ponto, a história nada tem de especial. Outros povos acreditaram que uma certa área geográfica era a sua "terra prometida" e depois de entrarem nela foram posteriormente expulsos pelos inimigos. Porém, as próximas seis profecias e o seu cumprimento são absolutamente únicos na história dos judeus. A ocorrência desses eventos, exatamente como foram profetizados, jamais pode ter acontecido por acaso.

4. Deus declarou que o seu povo seria espalhado "entre todos os povos, de uma até à outra extremidade da terra" (Deuteronômio 28.64; comp. 1 Reis 9.7; Neemias 1.8; Amós 9.9; Zacarias 7.14, etc.). E assim aconteceu. O "judeu errante" é encontrado em toda parte. A precisão com que essas profecias aconteceram exclusivamente aos judeus se tornou marcante, porque segue cumprimento após cumprimento até que a existência de Deus através do trato com o Seu povo escolhido se torne irrefutável.

5. Deus os admoestou que onde quer que vagassem, os judeus seriam "pasmo, provérbio e motejo entre todos os povos" (Deuteronômio 28.37; 2 Crônicas 7.20; Jeremias 29.18; 44.8, etc.). Incrivelmente isso tem se tornado realidade a respeito dos judeus através de toda a história, exatamente como a geração presente pode muito bem constatar. A maledicência, o desprezo, as piadas, o ódio violento chamado anti-semitismo, não apenas entre os muçulmanos, mas até mesmo entre os que se chamam cristãos, é um fato único e persistente na história peculiar do povo judeu. Mesmo hoje, apesar da freqüente memória do Holocausto de Hitler, que chocou e envergonhou o mundo inteiro como um desafio à lógica e à consciência, o anti-semitismo está vivo e recrudesce em todo o mundo.

História de Perseguição

Além do mais, os profetas declararam que esse povo espalhado não apenas seria difamado, denegrido e discriminado, mas:

6. Seria perseguido e assassinado como nenhum outro povo na face da terra, fato que a história atesta com eloqüente testemunho, pois foi exatamente o que aconteceu aos judeus, século após século, onde quer que fossem encontrados. O registro histórico de nenhum outro grupo étnico ou nacional de pessoas contém algo que ao menos se aproxime do pesadelo de terror, humilhação e destruição que os judeus têm suportado na história, pelas mãos dos povos entre os quais foram espalhados.

Vergonhosamente, muitos que afirmaram ser cristãos e, portanto, seguidores de Cristo, que era um judeu, estavam na primeira fila da perseguição e extermínio dos judeus. Havendo ganho completa cidadania no Império Romano pagão, em 212 d.C., sob o Édito de Caracalla, os judeus se tornaram cidadãos de segunda classe e objeto de incrível perseguição depois que o Imperador Constantino supostamente se tornou cristão. A partir daí, foram os que se chamavam cristãos que se tornaram mais cruéis com os judeus do que os pagãos jamais haviam sido.

Os papas católicos romanos foram os primeiros a fomentar o anti-semitismo ao máximo. Hitler, que permaneceu católico até o fim, afirmaria que estava apenas seguindo o exemplo dos católicos e dos luteranos em concluir o que a igreja havia começado. O anti-semitismo fazia parte do catolicismo, do qual Martim Lutero jamais se libertou. Ele advogava que se incendiassem as casas dos judeus, dando-lhes a alternativa de se converterem ou ficarem sem a língua.[1] Quando os judeus de Roma foram libertados de seus guetos pelo exército italiano em 1870, sua liberdade finalmente pôs fim a cerca de 1.500 anos de inimaginável humilhação e degradação nas mãos dos que afirmavam ser os vigários de Cristo. Papa nenhum odiou os judeus mais do que Paulo IV (1555-1559), cuja crueldade foi além da imaginação humana. O historiador católico Peter de Rosa confessa que uma inteira "sucessão de papas reforçou os antigos preconceitos contra os judeus, tratando-os como leprosos, indignos da proteção da lei. Pio VII (1800-1823) foi sucedido por Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX (1846-1878) – todos eles discípulos de Paulo IV.[2] O historiador Will Durant nos lembra de que Hitler teve bons precedentes para a suas sanções contra os judeus:

O Concílio (católico romano) de Viena (1311) proibiu qualquer transação entre cristãos e judeus. O Concílio de Zamora (1313) estabeleceu que se proibissem aos cristãos de se associarem aos judeus... E levou as autoridades seculares (como a igreja havia há muito estabelecido em Roma e nos estados papais) a confinar os judeus em quarteirões separados (guetos) e compeli-los a usar um distintivo (antes havia sido um chapéu amarelo) e assegurar sua freqüência aos sermões para que se convertessem.[3]

Preservação e Renascimento

Deus declarou que apesar de tais perseguições e massacres periódicos,

7. Ele não permitiria que o Seu povo fosse destruído, mas o preservaria como um grupo étnico e nacional identificável (Jeremias 30.11; 31.35-37, etc.). Os judeus teriam toda razão de se misturarem através de casamentos [com os gentios], de mudarem seus nomes e de esconderem sua identidade de qualquer maneira possível, a fim de escaparem à perseguição. Por que preservaram sua linha sangüínea, se não possuíam uma terra própria, se a maioria não cria literalmente na Bíblia, e se a identificação racial só lhes trazia as mais cruéis desvantagens?

Deixar de se misturar em casamentos não fazia sentido. A absorção por aqueles entre os quais viviam pareceria inevitável, de modo que poucos sinais dos judeus como povo distinto deveriam permanecer até hoje. Afinal, esses desprezíveis exilados foram espalhados por todos os cantos da terra por 2.500 anos, desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor em 586 a.C. Poderia a "tradição" ser tão forte sem uma fé real em Deus?

Contra todas as previsões, os judeus permaneceram um povo distinto, depois de todos esses séculos. Este fato é um fenômeno sem paralelo na história e absolutamente peculiar aos judeus. Para a maioria dos judeus que viviam na Europa, a lei da igreja tornava impossível o casamento misto sem a conversão ao catolicismo romano. Aqui mais uma vez a igreja católica desempenhou um papel infame. Durante séculos era pecado mortal, sob a jurisdição dos papas, o casamento entre judeus e cristãos, evitando-se os casamentos mistos mesmo entre os que o desejassem.

A Bíblia diz que quando Deus determinou guardar o Seu povo escolhido separado para si próprio (Êxodo 33.16; Levítico 20.26, etc.), Ele o fez porque

8. Os traria de volta à sua terra nos últimos dias (Jeremias 30.10; 31.8-12; Ezequiel 36.24,35-38, etc.), antes da segunda vinda do Messias. Essa profecia e promessa há tanto esperada foi cumprida com o renascimento de Israel em sua Terra Prometida. Isso aconteceu em 1948, quase 1.900 anos após a Diáspora final, na destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., pelos exércitos romanos liderados por Tito. Essa restauração de uma nação, depois de 25 séculos, é absolutamente espantosa, um fenômeno sem paralelo na história de qualquer outro povo e inexplicável por meios naturais e muito menos pelo acaso. Mais notável é que

9. Deus declarou que nos últimos dias, antes da segunda vinda do Messias, Jerusalém se tornaria "um cálice de tontear... uma pedra pesada para todos os povos" (Zacarias 12.2-3). Quando Zacarias fez esta profecia, há 2.500 anos, Jerusalém permanecia em ruínas e cheia de animais selvagens. A profecia de Zacarias parecia uma grande loucura, mesmo após o renascimento de Israel em 1948. Pois hoje, exatamente como foi profetizado, um mundo de quase 6 bilhões de pessoas tem os seus olhos voltados para Jerusalém, temendo que a próxima Guerra Mundial, se explodir, seja travada sobre essa pequenina cidade. Que incrível cumprimento da profecia!

Nenhuma Explicação Normal

Israel ocupa 1/6 de 1% da área de terra que os árabes possuem. Os árabes têm o petróleo, a riqueza e a influência mundial que tais recursos aparentemente inesgotáveis proporcionam. Não apenas o pedacinho de terra de Israel é dificilmente perceptível no mapa-múndi, como também lhe faltam todas as coisas essenciais para que se torne o centro das preocupações de todo o mundo. Entretanto, desafiando o bom-senso, Israel é o foco da atenção mundial, exatamente como foi profetizado.

Jerusalém é uma pequenina cidade sem importância comercial ou localização estratégica. Mesmo assim, os olhos do mundo inteiro estão sobre ela mais do que sobre qualquer outra cidade. Jerusalém tornou-se realmente uma "pedra pesada" ao redor do pescoço de todas as nações do mundo, o problema mais irritante e instável que as Nações Unidas enfrentam hoje. E não há explicação lógica para isso. O que os profetas hebreus declararam há milhares de anos e que parecia absolutamente irreal em seu tempo está se cumprindo hoje. Essa é apenas uma parte da evidência de que os "últimos dias" profetizados estão chegando para nós, e que a nossa geração, provavelmente, verá o restante da profecia cumprida.

As profecias acima delineadas (para não citar inúmeras outras), têm sido assunto de conhecimento público nas páginas da Escritura e têm estado disponíveis para exame cuidadoso durante séculos. Que elas tenham se cumprido com detalhes não pode ser obra do acaso, sendo, na verdade, a prova evidente da existência do Deus que inspirou a Bíblia, provando a autenticidade e inerrância desse Livro. Em vista de tal clara e admirável evidência, somente podemos supor benevolentemente que nenhum agnóstico ou ateu tenha se atrevido a ler as profecias bíblicas e as tenha checado pessoalmente com a história e os eventos atuais.

Existem profecias adicionais concernentes a Israel e Jerusalém que se referem aos últimos dias, as quais ainda aguardam futuro cumprimento. Entretanto, podemos estar certos, baseados nas profecias que já se cumpriram, que estas também se realizarão em um futuro não muito distante. O tempo mais aterrador de destruição para os judeus e também para toda a população mundial ainda está por vir. Ele se chama "tempo de angústia para Jacó" (Jeremias 30.7).

Com espantosa precisão a Bíblia não menciona Damasco, Cairo, Londres ou Paris como centro da ação dos últimos dias, mas apenas duas cidades específicas: Jerusalém e Roma. Elas são divergentes, têm sido inimigas desde a época dos césares e notavelmente continuam rivais pela supremacia espiritual ainda hoje. A Roma católica reivindica ser a "Cidade Eterna" e a "Cidade Santa", títulos que a Bíblia deu a Jerusalém. Roma também afirma que é a "Nova Jerusalém", provocando um conflito direto com as promessas de Deus concernentes à verdadeira Cidade de Davi.

Passaram-se 2.000 anos de tensão e antagonismo entre Roma e Jerusalém. Durante quase 46 anos após o renascimento de Israel em 1948, o Vaticano se recusou a reconhecer esse país. Essa animosidade não foi apagada pela recente abertura que o Vaticano executou apenas como expediente para se aproximar de Israel. Roma quer exercer influência sobre o futuro de Jerusalém, que ela ainda insiste em tornar uma cidade internacional sobre a qual Israel não tenha mais direito do que qualquer outra nação.

Com espantosa precisão a Bíblia identifica Jerusalém e Roma como os pontos focais dos eventos profetizados para os últimos dias. Ambas vão ter sua parte no julgamento de Deus. Exige-se pouco mais do que atenção casual sobre as notícias diárias para se reconhecer a precisão da profecia. Também aí, no que a Bíblia diz sobre Roma e a Cidade do Vaticano, temos evidências adicionais de que esse Livro é a Palavra de Deus. (extraído do livro "A Woman Rides the Beast", tradução de Mary Schultze)

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Quando se acredita na mentira

Hans Meiser, apresentador de televisão alemão, experimentado nos negócios televisivos, concluiu: "Quem leva a televisão a sério está perdido."

Com esta declaração, Hans Meiser, talvez sem o querer, acertou o cerne da questão. Quem acredita na mentira, de fato já está perdido.

Vemos isso quando os primeiros seres humanos caíram em pecado no Paraíso. Eva deu ouvidos à mentira de Satanás: "É assim que Deus disse...?" (Gn 3.1). "É certo que não morrereis" (v.4). O resultado foi que, tanto ela quanto seu marido se perderam no mesmo instante em que deram ouvidos à mentira de Satanás e transgrediram o mandamento de Deus. Eles, com isso, viraram as costas para a verdade divina, comeram o fruto proibido, saíram da comunhão com Deus, tiveram de deixar o Paraíso e a morte passou a governar a vida.

Desde então nada mudou no nosso mundo. O homem acredita mais na mentira do que na verdade que vem de Deus. Quantas mentiras são espalhadas pelos meios de comunicação e até pelos livros escolares. As teorias mais malucas podem ser propagadas, e encontram adeptos em todos os lugares. E, apesar disso, o homem ainda pensa que é inteligente, moderno, "in", acha que está acompanhando os acontecimentos de maneira racional.

Tomemos, por exemplo, a teoria da evolução. Na fábula do sapo que vira príncipe, todos estão cônscios de que se trata de um conto de fadas. Ninguém chegaria a pensar em levar a sério essa história. Mas com a teoria da evolução é mais ou menos assim: acredita-se que o ser humano tenha surgido de outros seres inferiores e que o mundo tenha surgido de uma explosão inicial, e assim por diante. Mas ao contrário da história do sapo que vira príncipe, acredita-se piamente na teoria da evolução e ela é defendida com veemência.

A fé em um Senhor vivo, em um Deus criador, é considerada antiquada e atrasada.

Aqui se levanta a questão: o que requer fé maior, crer na teoria da evolução, que diz que tudo surgiu por acaso, ou crer que um Deus criador fez todas as coisas? Na verdade, tudo neste mundo nos leva a concluir que não pode existir um acaso tão grande como quer dizer a teoria da evolução. Por exemplo, sabe-se hoje que os enormes períodos de tempo, necessários à evolução, produzem o contrário de desenvolvimento e evolução. O aumento de entropia (medida da quantidade de desordem de um sistema) produz a destruição da ordem. Quanto mais tempo houver à disposição, mais fortes serão as marcas da desintegração. Cientistas criacionistas também afirmam que, se a vida pudesse surgir por acaso, isso poderia ser demonstrado através de experiências e cálculos. O surgimento de vida deveria ser repetido em laboratório, mas nada disso aconteceu até hoje.

Até do homem de Neandertal, que há alguns anos era considerado intermediário entre homem e macaco, afirma-se agora que se ele tomasse banho, se barbeasse e andasse vestido de maneira moderna, não se diferenciaria muito dos homens de hoje. Em um supermercado não se notaria a diferença entre ele e uma pessoa que vive no tempo de hoje.

Apesar de todas as pesquisas reais e sérias indicarem que houve uma criação, acredita-se mais facilmente no conto do sapo que vira príncipe do que na verdade que vem de Deus, do qual está escrito:

"Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis" (Rm 1.20).

Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem" (Hb 11.3).

A seguinte história pode mostrar a diferença entre verdade e mentira:

"Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago, e o dia estava quente. A mentira falou à verdade: ‘Venha, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito.’ A verdade respondeu: ‘Sim, vamos nadar.’ Ambas se despiram, e a verdade pulou na água antes da mentira; a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e sumiu. Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, mas a verdade é considerada mentira." (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, Fevereiro de 1997.
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